Os devaneios e desabafos de quem decidiu cursar Psicologia como segunda graduação depois dos 40, enquanto trabalha, cuida da casa, do marido, da saúde, e ainda quer arrumar tempo pras amigas.
domingo, 22 de setembro de 2024
É primavera, mais uma vez 🌷
sábado, 31 de agosto de 2024
Dia após dia
Além do trabalho, da faculdade à noite, do estágio uma vez por semana e da pós-graduação nos finais de semana, alguns problemas de saúde surgiram, trazendo consigo dores e um caro tratamento médico. O cansaço gerado pela correria, tanto físico quanto mental, vem acompanhado de uma tristeza desanimadora, que estou cuidando para evitar que se transforme em um transtorno depressivo.
Curiosamente, esse sentimento não está presente o tempo todo. Ele surge quando estou indo para casa descansar, naquele momento em que o cansaço se torna mais evidente. Ou quando estou correndo para sair de casa. Ou quando preciso levantar rapidamente da cama para tentar encaixar um exercício físico algumas vezes por semana, pois isso ajuda a aliviar a dor.
Enquanto estou envolvida nas atividades de aprendizagem, a maior parte do tempo me sinto muito feliz. Mas, em alguns dias, o cansaço aparece nesses momentos, e me pergunto se não abracei mais atividades do que deveria.
No entanto, faltam apenas um ano e meio para me formar na faculdade e dois meses para finalizar a pós-graduação. Isso me dá esperança de um futuro melhor, com uma meia-idade dedicada a atividades que me farão muito mais feliz do que se eu não estivesse me empenhando nessas tarefas.
Isso me dá uma força interna para continuar e a lembrança de que tenho um apoio imenso em casa, com um marido que me apoia em todos os momentos. Sei que, apesar de isso dever ser o padrão, não é algo comum em todos os relacionamentos.
No final do dia, só consigo pensar o quão sortuda sou e que devo sempre seguir em frente ♥
*imagem banco de imagens pixabay
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024
Vem, que eu estou pronta! ♥
No meu trabalho nada parou, mas
eu estava de férias na pós-graduação e na faculdade. Bom demais... tempo para
me exercitar, relaxar, fazer meus exercícios, preparar marmitas saudáveis!
Eu tenho meu trabalho, que eu
amo e dou o máximo de mim, mas nem sempre é um mar de rosas. E assim, há
alguns anos eu resolvi estacionar na carreira, e tentar um caminho paralelo: a
psicologia.
Estou cursando a faculdade de
psicologia, entrando no 7º semestre (são 10 semestres, 5 anos), e cursando uma pós-graduação
em psicologia analítica junguiana paralelamente (são 4 semestres estou entrando
no 3º).
Não é fácil, pois no meu emprego
eu já fui aquela que era muito ambiciosa, e que trabalhava visando a próxima
promoção, e que logo a conseguia. E quando resolvi estacionar para respirar
novos ares paralelamente, senti muito preconceito de muitos colegas, com
palavras faladas ou insinuadas, mas sigo em frente dominando minhas emoções e me assegurando das minhas escolhas.
Na pós, as aulas voltaram agora no
meio de janeiro, e na próxima segunda voltarão as aulas da faculdade. Aquela
correria diária vai recomeçar, uau!
Nunca fui uma pessoa muito
ansiosa com as situações do dia a dia, mas reconheço que estou um pouco com o
retorno da rotina mais puxada. Para isso serve a terapia graças a Deus 😊
Agora é tentar
dormir bem, respirar e levantar da cama com o pensamento de que o dia vai ser uma
delícia de viver. E óbvio que nem todos os dias serão um mar de rosas, mas equilibrando
todas as tarefas e as necessidades diárias vou seguindo, sem exigir muito de
mim, e com a esperança de que esse novo semestre será maravilhoso. Vem, que eu
estou pronta! ♥
*imagem banco de imagens pixabay
sábado, 20 de janeiro de 2024
Transformações necessárias
Seguir em frente é o meu lema, e
hoje mais uma vez vou recomeçar a escrever! Sobre as minhas dificuldades, sobre
os meus pensamentos, sobre o meu dia a dia e sobre as minhas alegrias.
Essa foto foi tirada em um momento
tão complicado da minha vida... há alguns anos, após um divórcio
dolorido, em um momento de reencontro com a minha própria alma. Fui a um
retiro budista, que me trouxe um outro olhar sobre a vida em geral e sobre a
minha própria vida.
Hoje, alguns anos depois, me sinto
outra pessoa, como se tivesse morrido e nascido novamente. Tenho outros gostos
sobre comida, música, roupas, amores...
Hoje estou mais velha, mais
cansada, preciso de mais horas de sono, faço as coisas mais devagar, com menos
afobamento e ansiedade, quero menos stress e menos desafios, tomo mais remédios
e vitaminas, faço mais exercícios pra sentir menos dores, estudo mais e com
mais afinco, dou valor às coisas que realmente importam na vida, e me sinto
mais amada do que nunca.
De vez em quando dou umas
derrapadas, penso no passado e em como poderia ter sido se tivesse tomado
outras decisões em alguns momentos, gasto mais do que devia, como menos comida
saudável do que necessário, mas assim vou seguindo, e me transformando à todo
momento.
Quando a Alma Escuta os Próprios Passos
Há muitos anos eu gosto de ouvir, acolher, compreender a dor humana. E agora me encontro no último ano da faculdade de Psicologia, com 47 ...
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A chegada da primavera marca não apenas uma mudança no ambiente, mas também um despertar simbólico nos nossos sentimentos. Assim como a n...
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